A Federação das Indústrias emitiu uma notinha de “rodapé de jornal” na qual tenta vincular o Acordo Coletivo de Trabalho, negociado com o SENALBA-MG, aos outros acordos que ainda estão em andamento.
Porém, é inverídica e desleal a tentativa da FIEMG de manipular os trabalhadores, distorcendo o real andamento das negociações para colocá-los contra o Sindicato.
O Acordo Coletivo de Trabalho trata do reajuste salarial e dos demais benefícios da categoria, cuja data-base é 1º de maio.
A expressão utilizada pela FIEMG — “atualmente é aguardado o retorno positivo” — é desleal e, mais uma vez, inverídica, já que o SENALBA-MG assinou o Acordo Coletivo de Trabalho e aguarda, conforme informado em nossas publicações dos dias 10 e 28 de julho, apenas a assinatura das entidades.
Já as Jornadas Especiais, com vigência encerrada em 27 de julho (segunda-feira), INDEPENDEM um do outro para a sua celebração e este ainda se encontra em negociação.
Já o PPR continua em negociação e, mais uma vez, reiteramos que ele também INDEPENDE do Acordo Coletivo de Trabalho.
É a primeira vez que isso acontece desde que o SENALBA-MG passou a celebrar seus Acordos Coletivos de Trabalho.
A tentativa da FIEMG é clara: manipular os trabalhadores, criando uma falsa relação entre o ACT, o PPR e as Jornadas Especiais para atribuir ao Sindicato a responsabilidade por uma situação que não foi criada por ele e sim pela própria FIEMG.
No caso do PPR, vale ressaltar que a proposta apresentada pelas entidades pretende punir os trabalhadores que precisarem se ausentar mediante atestado médico, interferindo diretamente nas metas e reduzindo a possibilidade de recebimento da Participação nos Resultados. O SENALBA-MG é totalmente contrário a essa proposta.
Caso a FIEMG persista na divulgação de informações inverídicas, a diretoria colegiada do SENALBA-MG está disposta a divulgar todas as conversas e tratativas realizadas entre o coordenador do Sindicato e a representante da entidade até o presente momento, para que toda a categoria conheça a verdade dos fatos.
Por fim, o SENALBA-MG informa que os trabalhadores não ficarão sem o reajuste salarial baseado na recomposição da inflação. Caso essa situação permaneça, o Sindicato adotará as medidas judiciais cabíveis para garantir o cumprimento do que já foi acordado entre o SENALBA-MG e o sindicato patronal SENASOFP.
Aqui não haverá espaço para manipulação nem para desinformação. O SENALBA-MG não aceitará notas inverídicas e desleais e continuará informando a categoria com transparência e compromisso com a verdade.
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