PAI
PRESENTE
O Governo Lula sanciona a licença-paternidade de 20 dias — uma conquista histórica para os trabalhadores brasileiros que o PT sempre defendeu
“O Governo Lula acaba de entregar uma das maiores conquistas trabalhistas dos últimos anos. Para milhões de pais, a notícia significa algo que nenhum salário pode comprar: tempo com o filho desde o primeiro dia.”
Uma promessa de 1988 que só o PT teve coragem de cumprir
O direito à licença-paternidade foi incluído na Constituição durante a Assembleia Nacional Constituinte de 1988, defendido pelo médico e então deputado Alceni Guerra, que enfrentou resistência para aprovar a inclusão do benefício na Constituição Federal.
Resistência. Em plena Constituinte — o momento mais democrático da história recente do Brasil — havia gente no parlamento que ria da ideia de um pai ter direito de ficar com o próprio filho recém-nascido.
O projeto tramitava no Congresso Nacional há 19 anos. Dezenove anos de gaveta — atravessando governos que pouco fizeram pelo trabalhador. Enquanto isso, os pais brasileiros tinham apenas 5 dias para vivenciar o nascimento de um filho. Foi preciso a volta do PT ao poder para que esse direito saísse do papel.
“Cinco dias. Para quem já foi pai, sabe que nem dá tempo de sair do susto. O Governo Lula entendeu isso — e agiu.”
Na cerimônia de assinatura, o presidente Lula declarou: “Essa lei vai ensinar os homens a aprender a dar banho em criança, acordar de noite para cuidar da criança quando chora. Ele vai ter que aprender a trocar fralda. Então é uma lei que eu sanciono com muito prazer.”
Constituição Federal
Direito à licença-paternidade incluído na Constituição. Prazo inicial: apenas 5 dias. O deputado Alceni Guerra enfrenta deboche no parlamento para garantir o direito.
Projeto na Gaveta
Ex-senadora Patrícia Saboy apresenta projeto para ampliar a licença. O texto começa sua longa tramitação no Congresso. 19 anos de espera começam aqui.
Só para Poucos
Programa Empresa Cidadã amplia para 20 dias apenas para empresas participantes. Sob Temer e Bolsonaro, o direito universal continuou valendo só 5 dias — e a pauta foi engavetada.
Câmara Aprova
A deputada Tabata Amaral lidera aprovação na Câmara. O projeto segue para o Senado com apoio crescente de entidades de saúde e movimentos sociais.
✊ Lula Entrega!
Em 31 de março de 2026, o presidente Lula sanciona a lei. Fim da espera de 38 anos. O Governo do PT cumpre o que outros não fizeram: 20 dias de licença para todo trabalhador brasileiro.
🍼 Saúde Infantil
A Sociedade Brasileira de Pediatria comprova que a presença paterna é crucial para o aleitamento materno e o desenvolvimento neurocognitivo do bebê.
🌍 Igualdade Social
Inclui MEIs, trabalhadores domésticos, avulsos e rurais — os mais invisíveis do sistema, agora com o mesmo direito.
👨👩👦 Família Mais Forte
Estudos internacionais mostram que a licença paterna fortalece vínculos familiares e reduz a violência doméstica.
DE PAI
PRESENTE
♀️ Direito Feminista
Distribui a carga do cuidado. Mulheres param de ser as únicas responsáveis — e ganham mais espaço no mercado de trabalho.
💼 Benefício p/ Empresa
Maior retenção de talentos, engajamento e bem-estar dos colaboradores. A empresa paga, o INSS reembolsa.
🔒 Segurança no Emprego
Estabilidade garantida desde a comunicação ao empregador até um mês após o término da licença. Não pode demitir.
🏠 No Lar
Pais que tiram licença passam mais tempo com o bebê e mantêm maior participação nas tarefas domésticas mesmo depois. Reduz sobrecarga materna e risco de depressão pós-parto.
💼 No Trabalho
Reduz a “penalidade da maternidade”: mulheres deixam de ser vistas como as únicas que se afastam. Estudos da OCDE mostram aumento de 4–5% na participação feminina no mercado.
🌍 Na Sociedade
Filhos de pais que tiraram licença tendem a ter visões mais igualitárias sobre papéis de gênero. Islândia e Suécia lideram rankings globais de igualdade — e a licença é parte do motivo.
📈 O Caminho
O impacto é maior quando a licença é exclusiva e intransferível (“use it or lose it”). O Brasil avançou, mas ainda pode ir além com uma licença parental compartilhada.
Lula
entregou
Esse direito estava na Constituição desde 1988. Mas quem governou entre Lula e agora? Temer cortou direitos trabalhistas. Bolsonaro passou quatro anos na Presidência e não moveu um dedo por esse projeto. O trabalhador ficou com 5 dias enquanto a bancada patronal dava as cartas.
Foi o Governo Lula que destrancou a pauta, garantiu o financiamento pela Seguridade Social — tirando do arcabouço fiscal — e colocou a caneta no papel. Não foi favor. Foi escolha política. A escolha de um governo que governa para quem trabalha.
Na época da Constituinte, o direito do pai de estar com o filho foi alvo de deboche no parlamento. Esse deboche tem nome, tem partido, tem voto registrado. E nas eleições de 2026, cada trabalhador vai ter a chance de responder nas urnas.
Pergunte ao seu deputado, ao seu senador: onde você estava quando esse projeto dormia na gaveta? Quem votou pela reforma trabalhista que retirou direitos? Quem bloqueou conquistas como essa por anos? O histórico está público — e a memória do trabalhador não pode ser curta.
✊ O Governo Lula provou do que lado está.
Em 2026, mostre do que lado você está.
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